Uma resenha publicada pela Piaui é especialmente instrutiva para a compreensão do atual ambiente político. Ela serve para montes de gentes. Mas dois grupos de obtusos são
"alvos" indiretos e preferenciais:
1) Você, que desacredita que a Veja persegue o José Dirceu e o PT, crê em "mensalão" e pensa que a expressão PIG (partido da imprensa golpista) não passa de devaneio do Paulo Henrique Amorim.
2) Você, que viu o Roda Viva de segunda-feira, ficou embasbacado com a verborragia pierrelevista do Capilé, acreditou que o programa foi um "embate entre nova mídia e a velha mídia", vencido pela "nova", e crê que a expressão PIG explica tudo sobre as relações entre imprensa e política no Brasil.
1) Você, que desacredita que a Veja persegue o José Dirceu e o PT, crê em "mensalão" e pensa que a expressão PIG (partido da imprensa golpista) não passa de devaneio do Paulo Henrique Amorim.
2) Você, que viu o Roda Viva de segunda-feira, ficou embasbacado com a verborragia pierrelevista do Capilé, acreditou que o programa foi um "embate entre nova mídia e a velha mídia", vencido pela "nova", e crê que a expressão PIG explica tudo sobre as relações entre imprensa e política no Brasil.
E por que? Porque o autor do texto é o Mario Sérgio Conti, futuro ex-apresentador do Roda Viva (foi demitido pelo governo tucano para dar lugar ao Augusto Nunes, um dos hidrófobos da Veja...). Na resenha, Conti DEMOLIU, tijolinho a tijolinho, a tentativa de biografia de José Dirceu, encomendada pela Veja. Ele mostra, inequivocamente, que ela não passa de uma peça muito ruim de propaganda política.
É o
mesmo Conti que foi tido como "representante da velha mídia" por quem
endeusou os vazios (repito, vazios, nadas, ocos) cuspidos pelo Pablo Capilé no
Roda Viva. O mesmo Conti que trabalhava na TV Cultura dos tucanos e
que foi por eles demitido, por motivos políticos. A resenha foi escrita,
óbvio (para quem leia), bem antes da demissão; e antes
(mais óbvio ainda) da fatídica entrevista com o Fora do Eixo.
Além disso, a resenha foi publicada na Revista Piaui, aquela que é ótima mesmo sendo
editada pelo herdeiro de um banqueiro.
Se você pertence aos grupos 1 ou 2 acima, antes de emitir algum juízo de valor, ponha de lado sua opinião e faça a si mesmo dois favores: duvide de mim, e leia!
Se você pertence aos grupos 1 ou 2 acima, antes de emitir algum juízo de valor, ponha de lado sua opinião e faça a si mesmo dois favores: duvide de mim, e leia!
P.S.: por algum motivo, o link original não funciona; alternativamente, coloquei um outro para o cache do Google.
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